Mercado farmacêutico brasileiro cresce 14% e fatura R$ 22,1 bilhões a mais em 2025
Receita da indústria chega a R$ 182,8 bilhões, enquanto volume de medicamentos comercializados cresce 3,7%, para 6,3 bilhões de embalagens
Receita da indústria chega a R$ 182,8 bilhões, enquanto volume de medicamentos comercializados cresce 3,7%, para 6,3 bilhões de embalagens
País combina menos nascimentos, menor crescimento populacional e mais idosos, cuja participação no total da população será de 38% em três décadas e meia
Seis instituições brasileiras alcançam nível máximo: Einstein, Hospital e Maternidade Brasil, Moinhos de Vento, Niterói D'Or, Santa Luzia e São Luiz Itaim
Dez maiores farmacêuticas somam US$ 632 bilhões em vendas em 2025. Considerando as 20 maiores companhias do ranking, receita chega a US$ 928 bilhões
Maior parte do avanço das últimas duas décadas e meia vem do combate às doenças infecciosas e índice de cobertura aumenta em 97% dos países
Sudeste tem 59,3% dos beneficiários e 41,6% da população do país – diferença de 17,7 pontos. Nordeste reúne 26,8% dos brasileiros, mas apenas 14,2% dos beneficiários (-12,6 pontos)
Preços podem subir não apenas porque cada procedimento fica mais caro, mas também porque muda a quantidade e o tipo de serviço consumido
No ranking em análise pela agência, a semaglutida – que está na base das chamadas canetinhas para diabetes e emagrecimento – ocupa o primeiro lugar
O emprego responde pela maior parte dos planos coletivos: 38,9 milhões estão em contratos empresariais, contra 5,8 milhões em planos por adesão
Os 75,3 milhões de brasileiros com 60 anos ou mais nas projeções para 2070 farão esse contingente ser uma população maior que a de qualquer país da América do Sul